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Eleição é razão e emoção

Por Pedro Tobias

A pouco mais de um mês para as eleições presidenciais no Brasil, uma das mais importantes da história recente do país, o eleitor brasileiro deve avaliar, refletir e escolher de forma racional e consciente. Não podemos acreditar em propostas populistas e demagógicas, assim como em candidatos “salvadores da pátria” ou em “autoritários” sem nenhuma experiência em cargos do Executivo.

O Brasil já perdeu muito tempo e, desde 2014, vive mergulhado na mais grave crise econômica, social e institucional dos últimos tempos. E, por isso mesmo, o novo presidente da República precisa ser equilibrado, experiente e preparado para enfrentar e vencer os grandes desafios do país, garantindo estabilidade institucional e governabilidade para resgatar a confiança e a credibilidade necessárias para a geração de milhares de novos empregos.

Na minha opinião, este homem humilde e capaz de tirar o país do caos chama-se Geraldo Alckmin, eleito quatro vezes governador de São Paulo, testado e aprovado pelo povo paulista. Nos últimos anos, o desafio do governo do Estado era avançar e ele avançou, mesmo diante de dois obstáculos gigantescos a partir de 2014 : a maior seca já vista no Sudeste do país e a pior crise econômica da história do Brasil.

Diante da adversidade, São Paulo soube reagir. Enquanto o Brasil parou, aqui em nosso Estado, o governo Geraldo Alckmin utilizou toda a experiência acumulada em 20 anos em parcerias inovadoras com a iniciativa privada para redesenhar as regras de concessões e, assim, gerar mais empregos e renda em obras de infraestrutura e prestação de serviços.

Esse esforço foi coroado com o sucesso do novo modelo de concessões, já testado e aprovado nos leilões das rodovias dos Calçados e Centro-Oeste, do Rodoanel Norte e das linhas 5 e 17 do Metrô, que vão gerar mais de R$ 12 bilhões de investimento.

Na área da Saúde, o governo Geraldo Alckmin entregou à população 16 novos hospitais, que acrescentaram 1.194 leitos à rede pública paulista. Neste contexto, estão a criação do inédito curso de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) em Bauru e o futuro Hospital das Clínicas com 200 novos leitos que funcionará como escola para os alunos do campus local da tradicional instituição. Também instalou 23 novos Ambulatórios Médicos de Especialidades (AMEs) em diversas regiões do Estado e criou a Rede Hebe Camargo, que conta com 76 unidades e possibilitou que 94% dos pacientes com câncer fossem tratados na própria região de moradia. O governo paulista também foi um efetivo parceiro das Santas Casas e hospitais filantrópicos, tendo repassado cerca de R$ 8,4 bilhões extras para essas tradicionais instituições de saúde.

Na Educação, São Paulo também ocupa o topo do ranking nacional simultaneamente nos três ciclos avaliados pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). No ensino em tempo integral, o governo Geraldo Alckmin mais que dobrou o número de matrículas : hoje, cerca de 200 mil alunos da rede estadual passam o dia todo na escola. Além disso, mesmo não sendo responsável pelo Ensino Infantil, Alckmin sempre foi e continuará sendo um efetivo parceiro dos municípios, tendo investido R$ 1 bilhão na construção de 600 novas Creches-Escolas, das quais 300 já foram entregues.

A prioridade dada à segurança pública – com emprego de modernas tecnologias e equipamentos, investimento em inteligência, valorização e contratação de 32 mil novos policiais – fez São Paulo atingir nova marca histórica na redução de crimes contra a vida : a menor taxa de homicídios do Brasil, de 7,54 casos por grupo de 100 mil habitantes em 2017, que coloca o Estado em patamar de países desenvolvidos.

A receita de São Paulo para manter a economia nos trilhos é o respeito ao dinheiro do contribuinte. Sem fórmulas mágicas e apostas de risco, o governo Geraldo Alckmin enfrentou e venceu a crise. Em 2018, as contas estão no azul garantindo o pleno funcionamento dos equipamentos públicos e o pagamento em dia dos salários de todo o funcionalismo, ao contrário de outros estados da federação. Esse mesmo modelo será implantado por Geraldo Alckmin como presidente do Brasil a partir de 2019.

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