A grande ironia brasileira é que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, que luta pela reforma agrária e pelo direito de terem um chão para plantar causaram uma grande destruição à natureza.
As cenas dos integrantes do MST destruindo milhares de pés de laranja mancharam a imagem do Brasil em todo o mundo, e não serão esquecidas tão cedo.
Prejudica o setor de agronegócio, a economia e acredibilidade brasileira.
O PT e o governo defendem o movimento, a justiça julga a violência e a Cutrale corre atrás do prejuízo. Mas e a degredação da natureza, a destruição”
Que órgão público etá agindo intensamente em defesa da natureza brasileira”
A sociedade e ongs ambientais estão discutindo ações para recuperar o prejuízo ambiental, mas até agora o governo apenas lamenta e “diz” repudiar a ação de violência, mas isso acontece justamente porque o próprio goveno apoia o MST irrestritamente. E se a mídia e sociedade deixarem o PT abafa o ocorrido e “não se fala mais nisso”.
A direção nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) divulgou nota em que pede à sociedade que não julgue suas ações de acordo com a versão apresentada pela mídia. O movimento acusa setores da imprensa de participarem de uma articulação com os grandes proprietários rurais para criminalizar as manifestações do sem-terra e impedir a implantação da reforma agrária no país.
Mas é difícil não julgar atitudes de violência que foram filmadas, comprovadas e que resultaram na destruição da natureza.
Anteriormente ao ocorrido, houve a iniciativa de criar a CPI do MST, para investigar os repasses, nacionais e internacionais, de verbas públicas para o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, mas foi arquivado.
O triste é que essa atrocidade cheira a impunidade e além de violência, invasão e apropriação de terra indevida, deveria ser julgada, também, como um grave crime ambiental.


