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Para Alckmin, governo precisa ‘convencer’ sobre reformas

Rio – O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), defendeu nesta quarta-feira, 5, a proposta de emenda constitucional (PEC) que fixa um teto para as despesas federais, mas afirmou que não deve ser votada antes das reformas previdenciária, trabalhista, tributária e política. Na avaliação do governador, o governo de Michel Temer corre o risco de “usar o cacife” político para aprovar a PEC e depois não conseguir maioria para as demais mudanças.

“Sou favorável á PEC, os gastos de pessoal, custeio e investimento não podem crescer mais que a inflação. Se crescer de um lado, tem que diminuir de outro.  Mas eu faria primeiro as reformas. Se aprovar a PEC e não aprovar as reformas, a PEC pode não ser exequível. Fica difícil  usar o cacife para aprovar a PEC e depois (aprovar) as reformas mais importantes, previdenciária, simplificação trabalhista, tributária e a redução do número de partidos. O momento é esse, o ambiente político é favorável. É um governo novo, Michel Temer está começando e quem teve dois terços para aprovar o impeachment (no Congresso) tem maioria para aprovar as reformas. Agora, precisa convencimento”, disse Alckmin em entrevista ao jornalista Roberto D’Avila, da Globonews, que foi ao ar na noite desta quarta-feira. Leia AQUI

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