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Para Covas, mobilidade urbana é tema importante e desafiador

Prefeito anunciou ações para a área, como recapeamento de mais de 500 km de ruas e estudos para inovar tecnologicamente o bilhete único
O prefeito da capital Bruno Covas esteve nesta terça-feira no Terminal da Vila Prudente, inaugurado há um ano e meio pela sua gestão, onde destacou iniciativas e propostas para a mobilidade urbana na cidade.

Segundo Covas, a meta de implantação de corredores de ônibus foi batida com a participação de mais de 100 Km de corredores na cidade de São Paulo. “Renovamos também 40% da frota. Hoje, 100% da frota na cidade de São Paulo é acessível”, disse.

Covas informou, ainda, que mais 500 km de ruas serão recapeadas até o fim do ano, além de serem criadas mais 173 km de ciclovias e refeitos um milhão e 500 mil metros quadrados de calçadas, que “nesta gestão, deixaram de ser obrigação
do proprietário e passaram à gestão pública, até porque ⅓ dos deslocamentos na cidade são feitos a pé”, ressaltou.

O prefeito informou também que novos contratos assinados pela prefeitura permitirão, no ano que vem, ampliar em 10% de quilômetros por onde passam ônibus na cidade, beneficiando o trabalhador no trajeto de casa até o trabalho.

Serão mais 100 terminais de ônibus na cidade de São Paulo, e a implantação de nova centralidade que dará Direito de Laje para construção sobre e os atuais terminais de ônibus. O prefeito também declarou o valor da manutenção dos terminais de ônibus, R$ 50 milhões por ano.

Entre as novas iniciativas na área de transporte público, Covas informou que estão em estudos novas opções tecnológicas para tornar mais rápida a recarga de bilhete único. O prefeito também anunciou a implantação de um sistema de embarcações na Billings unindo Cocaia à Pedreira.

Bruno Covas esclareceu a questão do atual investimento em subsídio do transporte público, que por conta da retração de usuários no período da pandemia, não pode ser reduzido.

“Este ano, pela primeira vez, teríamos redução de subsídios, no entanto, foi necessário aumentá-lo temporariamente para que as empresas não colocassem precipitadamente a frota nas ruas,
aumentando os riscos do sistema de transporte coletivo ser utilizado por mais pessoas, o que potencializaria o risco de contágio pela covid-19 em um momento decisivo da pandemia”, disse o prefeito.