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Segundo o ex-governador, a herança deixada pelo presidente Lula, as condições de reação do governo e como a oposição deve trabalhar constam do documento que será divulgado nesta sexta-feira.
Ainda na reunião, o presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), fez um relato sobre o trabalho do partido em cada Estado. Para Serra, é preciso politizar as discussões porque “o partido precisa ser mais combativo em todo o país”.
Segundo explicou, o conselho vai se reunir a cada dois meses e, nestas ocasiões, vai fazer uma análise da conjuntura nacional. A ideia, destacou, é estender este tipo de análise para todos os diretórios do partido que estarão encarregados de fazer diagnósticos locais.
Ao enfatizar que segue o ex-governador José Serra nas avaliações sobre o governo da presidente Dilma, o ex-presidente Fernando Henrique disse que muito do que ele fez durante o seu governo foi perdido. Mas algumas também houve algum avanço. “Como toda herança, umas coisas se perdem, outras avançam”.
Sérgio Guerra confirmou que, entre as funções do Conselho, está a de acompanhar criticamente o governo e fazer sugestões.
Os governadores Geraldo Alckmin (SP) e Marconi Perillo (GO) também participaram da reunião. Também integrante do Conselho, o senador Aécio Neves (MG) não pôde participar. Mas o documento com as avaliações do governo e sugestões de ações do PSDB será encaminhado para o seu conhecimento.