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PSDB responderá tranquilo todas as provocações

Em plenário, senadores mostram que refutarão propaganda antecipada.

Ao comentar, no plenário do Senado, os últimos discursos e entrevistas da candidata oficial do PT, os senadores do PSDB mostraram que estão preparados para refutar comparações entre o atual governo e o do Partido, que durou até 2002. Mas, sem as costumeiras mentiras e números maquiados, particularmente do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Para o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), “qualquer comparação com Fernando Henrique Cardoso nos orgulha. Vamos fazê-la hoje, amanhã, em qualquer lugar, mas com correção, tranquilidade, com palavra empenhada e responsabilidade”.

Segundo o senador, é preciso mostrar, por exemplo, os programas sociais criados em cada governo, quem fez mais estradas a custo menor, a situação da saúde quando o governador de São Paulo, José Serra, deixou o Ministério. Ou então, na área de educação, entre outras políticas criadas e valorizadas no governo do PSDB.

O senador, porém, perqunta qual é a pauta da ministra Dilma. “Ela (Dilma) não tem coragem de assumir seus gestos. Nunca explicou aqui a história da Lina Vieira. Nem falou qual o papel dela nesse decreto dos direitos humanos, que evidentemente partiu da Casa Civil. Nem quais projetos ela defende para o Nordeste”, lamentou.

Já o senador Tasso Jereissati (CE) criticou a ministra por ter divulgado em cadeia nacional da rádio e TV que foram investidos, entre 2007 e 2009, 137 bilhões, na forma de financiamentos habitacionais a pessoas físicas. “Esse número fazia parte do PAC. Se as fontes de recursos consideradas para esse cálculo forem a Caderneta de Poupança e o FGTS, é possível calcular que esses números estão superestimados em, pelo menos, R$58 bilhões”, afirmou.

O senador disse que do total de recursos aplicados entre 2007, 2008 e 2009, 58 bilhões foram utilizados para aquisição de imóveis usados, ou seja, não são investimento. “Esse valor, disse ele, representa pouco mais da metade (52%) do total de aplicações do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, mais o FGTS, e, sendo utilizado na aquisição de imóveis já existentes, não gerou novos empregos, não gerou novos investimentos, nem gerou renda. Portanto, não constitui investimento do PAC” mostrou.

O total apurado de financiamento do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, mais FGTS, entre 2007 e outubro de 2009, foi de R$111 bilhões, valor bem inferior aos R$137 bilhões anunciados pela Ministra Dilma no balanço do PAC, do qual ela é gerente, lembrou Jereissati.

Para o senador Álvaro Dias (PR), o governo se apropria de forma vergonhosa dos programas de gestões anteriores. “É um governo de fantasias, de ilusão, de marketing. O PAC é uma sigla para a publicidade oficial do Governo e se transformou num paraíso das obras superfaturadas”, criticou.

Fonte: Agência Tucana

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