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Serra inicia a recuperação das cidades castigadas pelas chuvas

As chuvas fortes e constantes marcaram a virada do ano em todo o país. Diversos incidentes causaram destruição e mortes.

Na região Sudeste pelo menos 82 pessoas morreram por conta de deslizamentos de terra e inundações que tiveram início em 30 de dezembro em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, segundo informações dos órgãos de Defesa Civil divulgados hoje.

O Rio de Janeiro é o Estado mais afetado, com 69 mortes, sendo 47 em Angra dos Reis, cidade mais castigada pelo temporal.

O governador José Serra, que estava em Trancoso, na Bahia, comemorando o reveillon com a família, voltou nesse domingo, 3 de janeiro, para visitar as áreas afetadas pelas chuvas na região do Vale do Paraíba. Serra sobrevoou a região de helicóptero e vistoriou os trabalhos em São Luiz do Paraitinga, uma das cidades mais afetadas: a Defesa Civil já contabilizou 4 mil desabrigados e 5 mil desalojados no município.

O governador já está ajudando na recuperação da cidade histórica, que ficou parcialmente submersa depois do transbordamento do Rio Paraitinga no dia e já mobilizou cerca de 300 profissionais da Defesa Civil, bombeiros, policiais militares, agentes de saúde e geólogos para auxiliar a população. Quatro helicópteros dois da Polícia Militar e dois do exército também estão sendo utilizados nos resgates.

Duas igrejas dos séculos 18 e 19, tombadas pelo patrimônio histórico, como todo o centro antigo de São Luiz, foram completamente destruídas pela enchente. Serra disse que não é impossível a recuperação das igrejas e do centro, mas que é preciso fazer uma avaliação para se chegar ao grau de destruição.

A enchente pode-se salvar a vida de todo mundo com o recolhimento rápido e toda a ação coordenada, disse o governador. Agora estamos dando assistência em saúde, alimentação e água potável. O importante é resolver a situação de curto prazo. Mais adiante, o Estado vai ajudar na reconstrução do centro histórico de São Luiz do Paraitinga, que é um patrimônio não só do município, mas do Estado e também do Brasil, completou.

Serra também fez alerta para problemas que ainda podem surgir com a diminuição das cheias. É muito importante que a população não avance em cima da cidade quando a água baixar, porque ainda existem vários riscos e tudo tem que ser previamente examinado.

Informações e depoimentos retirados do Twitter do José Serra e Portal do Governo do Estado de São Paulo

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