Depois de perder a maioria esmagadora no Legislativo, Hugo Chaves tem incitado os deputados da Assembleia Nacional da Venezuela a promover reformas no Judiciário para ter esse poder em suas mãos, antes da posse dos novos parlamentares.
Hugo manobrou no sentido de alterar o sistema de votos nos seus Estados, de maneira que a maioria dos eleitores da oposição, 52%, elegeu apenas 65 cadeiras para o parlamento, enquanto os 48% da situação conseguiram chegar a 90.
Mesmo assim, Hugo não conseguiu os 2/3 necessários para continuar com o seu aprendizado de ditador, situação que o pegou de surpresa. A solução é alterar o Judiciário, e torná-lo peça decorativa, antes da posse nos novos parlamentares em 5 de janeiro.
A história tem registrado que o poder absoluto corrompe, encobre negociatas, e é o primeiro passo para calar a imprensa, dominar o Judiciário e liquidar com a democracia.
Que o eleitor brasileiro se mire na experiência venezuelana e não permita a concentração de poder, votando nos candidatos, senadores e deputados federais da oposição dos mais variados partidos, sempre os de ficha limpa.
Lembre-se: a democracia em primeiro lugar, porque depois…pode ser tarde demais.


