O noticiário das últimas semanas anda prenhe de notícias sobre “mágicas contábeis” e outras invenções para fazer o “pibinho” de 2012 se transformar num “pibão” em 2013 e deixar todos os brasileiros contentes – como se crescimento do produto interno bruto (PIB), apenas, significasse avanço e/ou justiça social e o País não continuasse com uma das piores concentrações de renda no mundo, alguns milhões de pessoas vivendo na miséria, cerca de 40 milhões de pessoas em famílias que, para escapar a esse patamar dramático, recebem Bolsa-Família. Também não faltam notícias sobre incentivos fiscais e isenções de impostos para alguns setores alavancarem esse crescimento do PIB – como se esses caminhos, ótimos para fabricantes e consumidores de certos bens (veículos, principalmente), não significassem menos receita para o poder público atender às necessidades da maior parte da população. Leia AQUI