A presidente Dilma Rousseff decidiu que o socorro às distribuidoras de energia elétrica será feito via tarifas, como defendia o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e não com recursos do Tesouro Nacional. O resultado será visto na forma de aumento das contas de luz e na redução de subsídios ao setor. Nos dois casos, a conta será do consumidor.
Ao mesmo tempo, a presidente não deixou que o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, perdesse completamente a disputa com a equipe econômica e a possibilidade de um empréstimo para as empresas pagarem a conta de R$ 2,5 bilhões que vence até fevereiro continua no horizonte, como queria Braga. Leia AQUI.