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Derrubando muros

Diálogo é o principal fundamento da política. Toda vez que um homem público se isola e deixa de estar em conexão com a sociedade, ele erra. Ouvir, ouvir muito, ouvir sempre é o melhor caminho para acertar, o que na política significa promover o interesse público e o bem comum. É o que estamos fazendo, neste exato momento, no PSDB.

Pela primeira vez na história da política brasileira, um partido abriu processo amplo e irrestrito para que seus filiados opinem sobre temas, questões e propostas relacionadas à vida nacional. Do financiamento da educação e da saúde à orientação da política externa brasileira, são os militantes que ditarão o que o PSDB deve abraçar.

Assumi em fins de maio a presidência do partido. Nosso compromisso é: não há tema da agenda brasileira que não merecerá atitude firme e clara do PSDB. Estamos derrubando a imagem de hesitação que muitas vezes se viu, injustamente, associada à história do partido. Para tanto, nada melhor que ouvir os tucanos espalhados pelo Brasil. Afinal, eles são o partido.

O processo foi lançado no início de outubro. Desde então, já promovemos “lives” temáticas na internet com lideranças, parlamentares e especialistas, dos mais experientes aos mais novos, do Sudeste, do Nordeste, do Norte, do Sul e do Centro-Oeste. Somos um partido que se orgulha de sua pluralidade. Um partido sem donos e com muitas vozes qualificadas.

Além de participar de debates pela internet, os filiados também foram chamados a opinar e comentar sobre temas correntes. Livremente, sem censura, nas redes sociais. São cerca de 30 questões estratégicas abertas à manifestação on-line dos tucanos e que indicarão o posicionamento do partido. Um exemplo: 75% dos que se manifestaram até agora defendem que os serviços estaduais e municipais de água e esgoto devem ser privatizados.

Todo este processo culminará com um Congresso Político Nacional a ser realizado no próximo fim de semana em Brasília. Até lá, os diretórios estaduais estão realizando suas plenárias, escolhendo delegados, debatendo a conjuntura e discutindo posições sobre os mais diversos temas.

A participação da militância tem sido expressiva, com milhares de interações, comentários, sugestões e, por que não, também críticas ao partido. São oxigênio e adrenalina numa agremiação que, assim como todas as demais, enfrenta os percalços de um momento histórico que tenta solapar a política – como se isso fosse possível.

Importante registrar a atuação entusiasmada nesse processo democrático de lideranças tucanas jovens e mulheres que estão se candidatando a representar o partido nas eleições para prefeito e vereador no ano que vem. Ou seja, o PSDB não apenas se revigora e se areja, mas também rejuvenesce.

Dessa interação, o que tem se revelado é um partido fiel a seus valores e a suas práticas históricas: liberal na economia, progressista nos costumes e, acima de tudo, comprometido com a superação das desigualdades sociais que ainda afligem o nosso país – agravadas pela severa recessão que o PT promoveu.

Nosso partido se orgulha de, numa época em que tolerância e respeito estão virando moedas raras, colocar em marcha um processo que radicaliza a democracia, reforça a legitimidade em momento de crise mundial das instituições políticas e partidárias e, sobretudo, busca construir soluções para os problemas do país. Acima de tudo estão os brasileiros.

Perdemos as últimas eleições presidenciais. É do jogo político-eleitoral. No entanto, não nos furtamos a votar e atuar a favor de iniciativas e medidas que estejam alinhadas ao nosso ideário e que visem, principalmente, promover a retomada do crescimento econômico e da geração de emprego e renda. Assim como nos opomos, de maneira intransigente, a tudo aquilo que agrida valores democráticos e civilizatórios da nossa nação.

Da consulta às nossas bases, emergirá um partido renovado, que fará ainda mais jus à história de conquistas e realizações que promovemos ao longo das últimas três décadas a favor dos brasileiros. Ainda temos muito chão pela frente. Ainda temos um Brasil para tornar mais próspero e menos desigual.

(*) Presidente nacional do PSDB

Diálogo é o principal fundamento da política. Toda vez que um homem público se isola e deixa de estar em conexão com a sociedade, ele erra. Ouvir, ouvir muito, ouvir sempre é o melhor caminho para acertar, o que na política significa promover o interesse público e o bem comum. É o que estamos fazendo, neste exato momento, no PSDB.

Pela primeira vez na história da política brasileira, um partido abriu processo amplo e irrestrito para que seus filiados opinem sobre temas, questões e propostas relacionadas à vida nacional. Do financiamento da educação e da saúde à orientação da política externa brasileira, são os militantes que ditarão o que o PSDB deve abraçar.

Assumi em fins de maio a presidência do partido. Nosso compromisso é: não há tema da agenda brasileira que não merecerá atitude firme e clara do PSDB. Estamos derrubando a imagem de hesitação que muitas vezes se viu, injustamente, associada à história do partido. Para tanto, nada melhor que ouvir os tucanos espalhados pelo Brasil. Afinal, eles são o partido.

O processo foi lançado no início de outubro. Desde então, já promovemos “lives” temáticas na internet com lideranças, parlamentares e especialistas, dos mais experientes aos mais novos, do Sudeste, do Nordeste, do Norte, do Sul e do Centro-Oeste. Somos um partido que se orgulha de sua pluralidade. Um partido sem donos e com muitas vozes qualificadas.

Além de participar de debates pela internet, os filiados também foram chamados a opinar e comentar sobre temas correntes. Livremente, sem censura, nas redes sociais. São cerca de 30 questões estratégicas abertas à manifestação on-line dos tucanos e que indicarão o posicionamento do partido. Um exemplo: 75% dos que se manifestaram até agora defendem que os serviços estaduais e municipais de água e esgoto devem ser privatizados.

Todo este processo culminará com um Congresso Político Nacional a ser realizado no próximo fim de semana em Brasília. Até lá, os diretórios estaduais estão realizando suas plenárias, escolhendo delegados, debatendo a conjuntura e discutindo posições sobre os mais diversos temas.

A participação da militância tem sido expressiva, com milhares de interações, comentários, sugestões e, por que não, também críticas ao partido. São oxigênio e adrenalina numa agremiação que, assim como todas as demais, enfrenta os percalços de um momento histórico que tenta solapar a política – como se isso fosse possível.

Importante registrar a atuação entusiasmada nesse processo democrático de lideranças tucanas jovens e mulheres que estão se candidatando a representar o partido nas eleições para prefeito e vereador no ano que vem. Ou seja, o PSDB não apenas se revigora e se areja, mas também rejuvenesce.

Dessa interação, o que tem se revelado é um partido fiel a seus valores e a suas práticas históricas: liberal na economia, progressista nos costumes e, acima de tudo, comprometido com a superação das desigualdades sociais que ainda afligem o nosso país – agravadas pela severa recessão que o PT promoveu.

Nosso partido se orgulha de, numa época em que tolerância e respeito estão virando moedas raras, colocar em marcha um processo que radicaliza a democracia, reforça a legitimidade em momento de crise mundial das instituições políticas e partidárias e, sobretudo, busca construir soluções para os problemas do país. Acima de tudo estão os brasileiros.

Perdemos as últimas eleições presidenciais. É do jogo político-eleitoral. No entanto, não nos furtamos a votar e atuar a favor de iniciativas e medidas que estejam alinhadas ao nosso ideário e que visem, principalmente, promover a retomada do crescimento econômico e da geração de emprego e renda. Assim como nos opomos, de maneira intransigente, a tudo aquilo que agrida valores democráticos e civilizatórios da nossa nação.

Da consulta às nossas bases, emergirá um partido renovado, que fará ainda mais jus à história de conquistas e realizações que promovemos ao longo das últimas três décadas a favor dos brasileiros. Ainda temos muito chão pela frente. Ainda temos um Brasil para tornar mais próspero e menos desigual.

(*) Presidente nacional do PSDB