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Gestão temerária

A última tentativa do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de mostrar austeridade nas contas públicas só evidenciou que os problemas são maiores que o esperado.

No dia 3 de janeiro, Mantega antecipou a divulgação dos resultados de 2013 para tentar acalmar os “nervosinhos” com o (mau) estado das finanças do governo. Soube-se então que o superavit primário (o saldo entre receitas e despesas antes do pagamento dos juros da dívida pública) foi de R$ 75 bilhões, R$ 2 bilhões acima da meta.

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