BRASÍLIA – Para um governo que luta para reconquistar a confiança do empresariado e convencer o setor privado a acelerar os investimentos, a decisão da presidente Dilma Rousseff de vetar o fim da multa extra do FGTS é uma inconveniência.
Para cobrir uma perda de R$ 40 bilhões no Fundo de Garantia, gerada pelos planos Verão e Collor 1, o governo determinou, em 2001, que as empresas que demitissem funcionários sem justa causa deveriam recolher 10% a mais do valor a ser pago para os demitidos e mandar o dinheiro para o cofre do FGTS.
Pelas contas das entidades privadas, o rombo foi coberto em junho do ano passado. Mas o governo achou por bem manter a cobrança, o que garantiu uma receita extra de quase R$ 3 bilhões de lá para cá. Leia AQUI