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Juventude faz encontros com Doria e Bruno Covas

A Juventude Estadual do PSDB-SP realizou, nesta semana, encontros virtuais entre os jovens paulistas e duas das principais lideranças do PSDB no estado. Na terça-feira, a conversa foi com o governador João Doria, e na quarta-feira, com o prefeito da capital, Bruno Covas.

Comandado pelo presidente estadual, Luiz Oliveira, a juventude foi representada por jovens de São Paulo e de outros 17 estados do país. O presidente estadual do PSDB-SP, Marco Vinholi, também participou do encontro.

O governador ressaltou a convicção que tem na força da juventude para conduzir mudanças no país. “São os jovens que transformarão o país”, disse.

Doria falou sobre o trabalho do Governo do Estado no enfrentamento da pandemia causada pelo novo coronavírus, sobre o Plano São Paulo e sobre a esperança e grande expectativa com a possibilidade da vacina contra a doença estar disponível já no início de 2021. A vacina, chamada de Coronavac, está sendo testada pelo Instituto Butantan com 9 mil voluntários. “A vacina é nossa grande aposta. Temos confiança de poder viver novamente livre do coronavírus”, disse.

O governador afirmou ainda que o PSDB não deve se calar diante da anormalidade das ações do presidente Jair Bolsonaro. “O presidente nega os efeitos da pandemia, prega o uso da cloroquina, carrega caixa do medicamento e divulga em live. Ele, que defende a cloroquina, pegou o coronavírus e ficou três semanas doente! Fora suas atitudes equivocadas, manifestações grosseiras e discriminatórias. Nós, do PSDB, não podemos achar isso normal. Isso é anormal!”.

Doria falou ainda do papel dos moderados na política e sobre a situação política e econômica do país. Para ele, a retomada só será para valer após a descoberta de uma vacina contra a Covid.  “Não vamos nos iludir, a retomada será difícil, mas com esperança. Hoje não conseguimos vislumbrar o futuro”, disse.

Para o governador, vivemos um momento trágico, com mais de 20 milhões de pessoas em situação de desemprego, pobreza e miséria. “São quase 10% da população”, afirmou, ressaltando que a situação só não é pior graças ao auxílio emergencial aprovado pelo Congresso Nacional.

“O ano do crescimento será 2022. Até lá temos de trabalhar, ter resiliência, esperança e fé”, finalizou.

Bruno Covas

O prefeito da maior cidade da América Latina enfrenta um câncer, uma pandemia e contraiu coronavírus no meio deste processo. Apesar disso, não deixou de trabalhar um dia sequer.

Segundo Bruno Covas, quando a pandemia se anunciou, no início do ano, a prefeitura começou a se organizar tendo como objetivo não deixar que repetissem em São Paulo as cenas de morte vistas em outras grandes cidades do mundo, como em parte da Itália e Nova Iorque. “Em alguns lugares as pessoas tinham de escolher quem ia ser atendido e quem não seria atendido”, disse.

Para isso, quase triplicou o número de leitos de UTI na cidade, montou dois hospitais de campanha e reforçou as medidas sanitárias.

“Conseguimos atender a todos e com um olhar integral. No início, por exemplo, o protocolo era de que só deveria ser internado caso grave, mas observamos que esse agravamento era muito rápido e decidimos internar já no início, quando o paciente tinha sintomas leves”, explicou. Com isso, São Paulo obteve um indicativo de letalidade de 0,7%, abaixo da média mundial de 1%.

A cidade ganhou ainda oito novas unidades hospitalares, cujas obras foram aceleradas para que pudessem atender durante a pandemia. “São legados para a cidade”, disse.

“Todos os ganhos da pandemia são para reduzir as desigualdades”, disse Covas ressaltando que toda ação como prefeito é com esse objetivo. “Nós não fazemos política habitacional para quem tem casa, nem saúde para quem tem plano ou educação para quem estuda em escola particular. O foco do governo precisa ser a redução da desigualdade”, afirmou.

Os mais vulneráveis também não foram esquecidos. Com a participação de diversas ONGs espalhadas pela cidade e a doação de milhares de anônimos, a Prefeitura de São Paulo distribuiu 15 milhões de cestas básicas até julho deste ano.

Sobre as eleições deste ano, Covas disse que sua marca será ter tirado do papel as obras e ações paradas das gestões anteriores e ter feito a cidade funcionar. “A pior obra é a parada. Preferi terminar os 12 CEUs que o Haddad (ex-prefeito petista Fernando Haddad) deixou pela metade que começar novos. Preferi terminar os hospitais que ele deixou também pela metade a começar novas obras”, disse.