Na proposta com a qual o Brasil se candidatou a sediar a Copa do Mundo de 2014, as obras de infraestrutura (mobilidade urbana, modernização de portos e aeroportos, construção de estádios ou melhoria dos já existentes) foram determinantes para o país ganhar a disputa.
No plano, essas intervenções apareceram como o grande legado do evento para a população, em razão de estimadas melhorias em serviços (como transporte público e sistema viário, por exemplo) que, na maior parte das cidades-sede, representam crônicos contenciosos do poder público. Leia AQUI.