SÃO PAULO – Às vésperas do período de chuvas mais intensas na capital paulista, a gestão Fernando Haddad (PT) determinou, nesta semana, a redução nos contratos de varrição pública para economizar recursos e fechar as contas no azul. Com isso, sindicatos do setor já falam em redução dos trabalhos e no corte de 3 mil varredores. A Prefeitura vê “chantagem barata” na ameaça, admite redução dos repasses, mas nega a diminuição de serviços.
O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Prestação de Serviços de Asseio e Conservação e Limpeza Urbana de São Paulo (Siemaco) afirma ter sido informado, na segunda-feira, que os serviços seriam reduzidos, a partir de amanhã, em 50%. “A Prefeitura apresentou uma nova planilha de serviços, com redução à metade”, afirma o presidente da entidade, Moacyr Pereira. Leia AQUI