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Relator vota por condenar Pizzolato e Valério

Folha de S. Paulo

* Acompanhando quase na íntegra o voto do ministro relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa, o ministro Ricardo Lewandowski votou nesta quarta-feira pela condenação do ex-diretor de marketing Henrique Pizzolato, do empresário Marcos Valério e dos seus ex-sócios, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach. Leia AQUI

* O relator, Joaquim Barbosa, e o revisor, Ricardo Lewandowski, vivem às turras, mas numa coisa concordam: o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato é culpado. E mostram que o BB, instituição tão respeitável, estava a serviço de interesses escusos. Leia AQUI o artigo completo “Total Balbúrdia”, de Eliane Catanhêde.

* O ministro Ricardo Lewandowski continua a ler seu voto nesta quinta-feira (22) no STF (Supremo Tribunal Federal). Hoje, o ministro irá votar sobre as acusações de desvio de verba no contrato de publicidade da SMP&B, agência de Marcos Valério, com a Câmara dos Deputados. O deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), na época presidente da Casa, é acusado por corrupção passiva, duas vezes por peculato e lavagem de dinheiro. Leia AQUI

O Estado de S. Paulo

* A tese de que dinheiro público alimentou o mensalão recebeu ontem o segundo voto no plenário do Supremo Tribunal Federal. Revisor do processo, o ministro Ricardo Lewandowski julgou que dinheiro do Banco do Brasil foi criminosamente repassado para as empresas de Marcos Valério, acusado de ser o operador do esquema. Leia AQUI

* Os advogados de defesa dos réus do mensalão acompanharam com perplexidade e visível preocupação o voto do ministro Ricardo Lewandowski. De modo geral, eles apostavam que o revisor iria se contrapor ao ministro Joaquim Barbosa, relator do caso, que tem refutado todas as teses da defesa. Leia AQUI

O Globo

* RIO e BRASÍLIA – A “guinada de 180 graus” do ministro revisor Ricardo Lewandowski na questão dos repasses devidos pela agência DNA ao Banco do Brasil comprova que os ministros não estão com os votos fechados e podem ser convencidos pelas argumentações dos demais colegas da Corte, afirmam especialistas ouvidos pelo GLOBO. Leia AQUI