A criatividade do Tesouro Nacional para fechar suas contas, com o uso de sucessivas manobras contábeis e brechas legais, criou no Brasil uma contabilidade paralela à oficial que coloca em risco a credibilidade fiscal da gestão Dilma Rousseff.
Bancos e consultorias passaram a expurgar receitas e depurar gastos para calcular um superavit “puro” e poder estimar o impacto na economia e fazer suas projeções. Leia AQUI